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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Todo mundo de olho na vaga de prefeito em Itapemirim, principalmente o vereador que já tem seis mandato na câmara municipal: "ESTEVÃO SILVA MACHADO"


ELEIÇÕES 2012 EM ITAPEMIRIM


Todo mundo de olho na vaga de prefeito em Itapemirim, principalmente o vereador que já tem seis mandato na câmara municipal: "ESTEVÃO SILVA MACHADO"

VEREADOR ESTEVÃO SILVA MACHADO, 2º COLOCADO PARA AS ELEIÇÕES 2012, E TENDE A CRESCER
Com o fim do segundo mandato da prefeita Norma Ayub (DEM), o mercado especulativo político está em alta no município. Todo mundo está de olho na vaga de chefe do executivo e se diz preparado para exercer o cargo. Nessa perspectiva, três grupos começam a esboçar possíveis candidaturas: a base aliada à prefeita, a oposição e os evangélicos.
CAPRINE 3º COLOCADO NAS PESQUISAS 




Os pré-candidatos da base são Rodrigo Lugão (DEM), secretário regional de Itapemirim; o empresário Emílio (DEM), da Itaipava Móveis; e o vereador Estevão (PMDB). Esse último, entretanto, disse que mesmo sem o apoio da administração deverá ser candidato, porque, segundo ele, as pesquisas de consumo interno lhes são favoráveis.


LUGÃO SEM FORÇA POLITICA




Já a oposição é composta por Alcino Cardoso (PDT), ex-prefeito de Itapemirim; Carlos Caprini (PR), empresário; e Doutor Luciano (PSB). Desses, o primeiro aguarda posicionamento da justiça, já que responde a alguns processos e isso poderá lhe deixar inelegível. Esse grupo é fortalecido com a entrada da atual vice-prefeita, Sandra.


ALCINO CARDOSO, FAVORITO NAS PESQUISAS REALIZADAS ATE A PRESENTE DATA





A chamada terceira via é a dos evangélicos. Um grupo grande, de partidos pequenos, mas que representa a maioria da população, já que mais de 70% freqüenta alguma igreja desse segmento. Os nomes à disposição desse grupo são de menor expressão, mas mesmo assim não abrem mão de influenciar no pleito.








Artigo
O novo, o antigo, a continuação e uma possível surpresa


A eleição em Itapemirim parece caminhar para três grupos com perfis diferentes e bem definidos. De um lado, os evangélicos formando um grupão e fazendo uma nova proposta: colocar o povo das igrejas para votar nos candidatos que seus pastores orientarem, fazendo política à luz da bíblia. De outro, a intenção da continuidade, com nomes firmados na base aliada à prefeita Norma Ayub. Há, ainda, o antigo, que, por sinal, parece ser o que caiu melhor no gosto do povão, na pessoa de Alcino Cardoso, o candidato mais experiente e que já foi prefeito. Mas é possível uma, duas ou quem sabe até três surpresas.

Enquanto os principais nomes se articulam para firmar suas candidaturas, as direções dos partidos na esfera estadual planejam uma forma de fortalecer suas siglas e ampliar suas bases, com foco nas eleições de governador e presidente. Isso passa, fundamentalmente, pelos municípios. Quanto mais prefeituras, mais influencia nos pleitos nacionais e estaduais.

Nesse sentido, nomes que hoje são considerados sem expressão, podem ganhar força, caso recebam apoio das principais lideranças políticas capixabas. É natural que determinações das executivas surpreendam e mudem o cenário.
Mas dentro da atual realidade, o nome mais comentado nas comunidades pode ser impedido de competir. Caso isso não ocorra, o cenário poderá ficar dividido em dois: Alcino contra todos. Do contrário, é cada um por si e o teste da capacidade dele e Norma transferirem votos para quem decidirem apoiar.

A primeira surpresa pode ser o impedimento de Alcino ser candidato. A segunda, o candidato a ser apoiado por Norma e Theodorico Ferraço. A terceira, o fato de o povo evangélico decidir se mobilizar e ir às urnas.  

Portanto, qualquer projeção de favoritismo seria mera especulação. O que há, de fato, é uma disputa entre três grupos, que aguardam as definições das possíveis surpresas, para, então, finalizar suas composições. Se permanecer como está, será a medição de força entre Alcino, Ferraço e Norma e o povo evangélico.

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